Aqui no Brasil, a falta de fluência em inglês é mais comum do que se imagina. Para se ter ideia, apenas 5% da população domina o idioma.

De acordo com um estudo do Education First, nosso país ocupa o 41° lugar do Índice de Proficiência em Inglês, atrás de países como Peru, Equador e…

Argentina!

Convenhamos que perder para a Argentina nunca é legal, não é mesmo?

Aí você pensa: o nível de escolaridade do brasileiro é mesmo precário!

Bom, de fato a nossa educação não é lá mil maravilhas, mas a verdade é que a falta de inglês é comum até mesmo entre brasileiros que ocupam cargos executivos.

Segundo a escola de idiomas Berlitz, 30% dos brasileiros que ocupam cargos de presidência têm inglês apenas no nível básico. E se falarmos em cargos de gerência, o número pula para 60%.

A pergunta que não quer calar é:

 

Não saber inglês é o fim do mundo para quem pensa em trabalhar fora?

A verdade é que não dominar o inglês atrapalha muito sim, mas não, não é o fim do mundo não saber inglês.

Veja quatro dicas para trabalhar fora, mesmo não sabendo muito mais do que responder “what’s your name?”:

 

  1. Intercâmbio:

Talvez, antes de sair se candidatando para vagas que exigem inglês num nível maior do que você possui, seja válido tentar o intercâmbio.

  1. Cursos:

Muitos países abriram as portas para imigrantes e talvez o Canadá seja um bom exemplo. Por lá é possível encontrar cursos de inglês gratuitos com visto de estudo.

  1. Trabalhos manuais:

Existem profissões em que as tarefas exigem menos contato com o idioma, como artesanato, culinária, serviços de beleza, etc. O x da questão é: não seja preconceituoso com empregos.

  1. Brasileiro ajuda brasileiro:

Brasileiro ajuda brasileiro. Bom, nem sempre, mas normalmente ajuda. Por isso, procure por empresas de brasileiros, pois assim a barreira do idioma talvez não seja um problema inicialmente.